domingo, 7 de abril de 2013

FRANCISCO, O SANTO PANTEÍSTA


 
Lendas Franciscanas
Ensinam a Unidade de Todos os Seres
Patrono da defesa dos animais, Francisco (1181-1226) chamava
de irmãos o sol, a lua, o fogo, a água, o vento, a terra e todos os seres
As antigas lendas sobre santos, sábios e heróis são formas de ensinar cuja eficácia parece apenas crescer à medida que passa o tempo. Elas falam diretamente à alma. Elas transmitem informação ao hemisfério cerebral direito, que funciona como instrumento da experiência mística na consciência humana.
Tais narrativas devem ser reconhecidas e valorizadas como lendas: não é correto encará-las como verdadeiras num sentido literal.
A prática mais modesta da biografia documentada é recente. O que se ganha com ela em documentação material perde-se, às vezes, em profundidade. Nem todos são capazes de conciliar a linguagem da alma com uma documentação correta e verificável.
Há milênios a história das vidas dos grandes instrutores religiosos tem sido quase sempre lendária. Seu significado não é óbvio. Para a filosofia esotérica, as vidas de sábios como Cristo, Osíris, Buddha, Krishna, Lao-tzu ou Zoroastro são exemplos de linguagem simbólica. Elas devem ser lidas em profundidade, e Francisco de Assis, o santo do século 13, está longe de ser uma exceção. A lenda franciscana transmite lições universais, que podem ser colocadas criativamente em prática pelos habitantes do século 21.
Espírito Vivo Transcende Especulações
Quando vamos além da letra morta, percebemos a unidade essencial entre os diferentes campos de conhecimento. Cada religião ou filosofia pode ensinar algo valioso à alma humana, mas nenhuma delas é suficiente em si mesma. O espírito da sabedoria está acima das divisões e especulações intelectuais. Francisco de Assis mandou carta a Antônio de Pádua pedindo que ensinasse teologia aos irmãos, “contanto que este estudo não extinga o espírito da santa oração e da devoção”. [1]
A ideia constitui um axioma central em filosofia esotérica. É imprescindível estudar os aspectos teóricos da teosofia original, e eles são fascinantes; mas Helena Blavatsky escreveu: “teosofista é aquele que age teosoficamente”. Na ausência de uma devoção sincera à causa da humanidade, o discurso “espiritualizado” pode fazer mais mal do que bem. A silenciosa contemplação interior das verdades universais é necessária. A prática diária do ensinamento é igualmente decisiva. Este é um dos pontos em que Francisco bate na mesma tecla que a filosofia esotérica. No documento “Palavras de Santa Exortação a Todos os Irmãos”, ele afirma:
“Aletra mata, mas o espírito vivifica (2 Cor 3:6). São mortos pela letra os que tão-somente querem saber as palavras, a fim de parecer mais sábios que os outros e poder adquirir grandes riquezas e dá-las aos parentes e amigos. (.....) São porém vivificados pelo espírito das Sagradas Escrituras aqueles que tratam de penetrar mais a fundo em cada letra que conhecem, e não atribuem o seu saber ao próprio eu, mas pela palavra e pelo exemplo o restituem a Deus...” [2]
Cabe examinar o que significa a palavra “Deus”. Cada religião, cada igreja e até cada crente individual fabrica Deus à sua própria imagem e semelhança. Para a filosofia esotérica, porém, não existe qualquer coisa semelhante a um deus monoteísta. Há, em todas as dimensões do cosmo infinito, uma imensa pluralidade de energias e inteligências divinas.
A Lei Universal ou Lei do Carma rege o universo inteiro. Toda a Natureza é sagrada, e Francisco parece ter percebido este fato intuitivamente. Embora tenha procurado manter-se obediente às instituições autoritárias da Idade Média, as suas inclinações teosóficas e panteístas são evidentes, e são profundas.
Nossa Senhora, a Pobreza
Uma imagem de Santa Clara
Pouco antes de morrer, Francisco fez algumas recomendações finais no chamado Testamento de Sena. Ali aparece o conceito de “Nossa Senhora, dona Pobreza”. O sábio afirma:
“Abençoo a todos os meus irmãos, tanto os que estão na Ordem agora como os que nela entrarem até o fim do mundo. E como por causa da minha fraqueza e de meus sofrimentos já não lhes posso falar muito, quero elucidar em três frases a todos os meus irmãos atuais e futuros qual o meu propósito e meu querer, a saber: que em sinal de minha memória, de minha bênção e de nossa aliança sempre se amem como eu os tenho amado e ainda amo; que guardem sempre amor e fidelidade a nossa senhora dona Pobreza; que sempre se mantenham submissos e prontos a servir aos prelados e clérigos da Santa Mãe Igreja.” [3]
Na tradição franciscana, Clara é a figura feminina que complementa o santo. Ela é uma personificação da pobreza mística, isto é, do desapego em relação a situações materiais.
Embora obedecer externamente à Igreja fosse essencial para a sobrevivência do trabalho franciscano, a divindade feminina da sua Ordem dos Frades Menores é “dona Pobreza”, isto é, a simplicidade voluntária, o despojamento. O contraste é profundo com a igreja, cujos clérigos e bispos viviam no luxo material, em meio à extrema pobreza do povo.
Descontadas as aparências, a verdade é que Francisco estava lutando de modo não-violento contra a corrupção do clero. Ele também não acreditava em obediência cega. Considerado por alguns um precursor da Reforma de Lutero, o santo de Assis afirmou:
“Se (.....) um dos ministros mandar a um irmão algo que for contrário ao nosso gênero de vida ou à sua alma, o irmão não estará obrigado a obedecer-lhe. Pois não haverá obediência onde se cometer uma falta ou um pecado. E mais, todos os irmãos que forem súditos dos ministros e servos observem com diligente atenção o que fazem os ministros e servos. E se acaso virem que um deles vive segundo a carne e não espiritualmente, conforme corresponde à retidão de nosso gênero de vida, tratem de adverti-lo por três vezes. Se apesar disso não se emendar, deverão denunciá-lo (.....) ao ministro geral de toda a fraternidade, sem deixar-se intimidar por contradição alguma.”[4]
Acostumado a enfrentar pressões do alto clero corrupto, Francisco estabeleceu em seu testamento para as irmãs de Santa Clara:
“Peço a vocês, senhoras minhas, e dou-lhes o conselho de que vivam sempre esta santíssima vida de pobreza. E evitem cuidadosamente afastarem-se dela nem pela doutrina nem pelo conselho de quem quer que seja.” [5]
Evitando a Escravização Pelo Dinheiro
Não se pode calcular em dólares o valor de uma vida humana. Tampouco é possível comprar ou vender conhecimento sagrado, ou felicidade. Ninguém encontra Ética nas estantes dos supermercados. Quando uma sociedade se ergue até o nível em que a sabedoria universal é compreendida, as pessoas vivem segundo valores mais importantes que notas de papel emitidas por bancos centrais.
Na Idade Média, a influência do dinheiro era menor do que no século 21. Muitas relações sociais não eram intermediadas pela moeda, e podemos ler estas palavras de Francisco no item quatro da “Regra Definitiva da Ordem dos Frades Menores”:
“Ordeno severamente a todos os irmãos que de modo algum aceitem moedas ou dinheiro, nem por si nem por pessoa intermediária. Mesmo para prover as necessidades dos irmãos enfermos ou vestir os demais irmãos, só os ministros e custódios tomem solicitamente as devidas providências, inclusive recorrendo a amigos espirituais, e levando em conta as condições de lugar, de tempo e de clima, conforme a seu critério melhor convier à necessidade - salvo sempre, como já ficou dito, que não aceitem moedas ou dinheiro.”[6]
Francisco era severo com a deslealdade. Depois de proibir a aceitação de dinheiro, ele propôs na Regra Não-Aprovada, um texto em que o ideal franciscano brilha sem mutilações:
“E se mesmo assim acontecer (.....) que algum irmão ajunte ou possua dinheiro ou moedas (.....), todos nós irmãos vamos considerá-lo como falso irmão e como apóstata, como gatuno e como ladrão, e mais, como aquele que carrega a bolsa [Judas Iscariotes].” [7]
Algumas Lições para o Século 21
Embora a proibição do uso de dinheiro não possa ser aplicada literalmente no século 21, há várias lições práticas a serem extraídas da ideia que inspirou as palavras de Francisco.
O bom senso ensina que é necessário valorizar o trabalho solidário e voluntário. As pessoas bem informadas têm o dever de promover a opção pela vida simples, pela superação do consumismo ecologicamente irresponsável e pela prática da ajuda mútua entre os cidadãos, sem intermediação de moeda.
Deve-se perceber aquilo que tem mais valor que o dinheiro. É recomendável estabelecer a diferença entre o trabalho, de um lado, e a busca do dinheiro, de outro. As duas coisas não estão necessariamente juntas. O trabalho altruísta é uma forma de oração. A busca de dinheiro, em alguns casos, é o seu oposto.
A proposta franciscana aponta para a economia solidária do futuro. Ela propõe relações econômicas e sociais ecologicamente corretas, voltadas para o bem-estar de todos os seres e não para o enriquecimento pessoal deste ou daquele. A prática do franciscanismo original contrastava frontalmente com a corrupção do alto clero no final da idade média, e ainda contrasta hoje com o luxo do Vaticano.
Nas décadas seguintes à morte do sábio de Assis, o Vaticano perseguiu sem dó ou piedade os franciscanos mais radicais e os partidários do Evangelho Eterno, que seguiam a visão de fraternidade universal partilhada por Joachim de Fiore.
Trabalho ou Ociosidade
O trabalho é sagrado. O esforço criador e construtivo é fonte de felicidade, e a Regra Definitiva dos franciscanos estabelece:
“Aqueles irmãos que do Senhor receberam a graça de poder trabalhar, trabalhem com fidelidade e dedicação, de modo a afugentar o ócio, inimigo da alma, sem contudo perder o espírito da santa oração e devoção, ao qual devem subordinar-se todos os demais assuntos temporais. Como salário do trabalho podem receber para si e seus irmãos o necessário para sustentar a vida, exceto moedas ou dinheiro, e isto com humildade, conforme convém a servos de Deus e seguidores da mais santa pobreza.” [8]
Vivendo na Idade Média, Francisco usava com naturalidade o termo “diabo”. Na realidade, esta palavra é apenas uma personificação simbólica daquele nível de ignorância humana acumulada que se resiste ativamente ao aprendizado espiritual. A ignorância que visa eternizar-se existe subconscientemente. Como todo mau hábito, ela luta pela sua preservação, e é capaz de usar uma astúcia traiçoeira tanto no plano individual como no âmbito coletivo. O trabalho altruísta - conhecido no Oriente pelo nome de Carma Ioga – é uma arma eficaz contra este inimigo do peregrino espiritual. Assim, a Regra Não-Aprovada dos franciscanos recomenda:
“Todos os irmãos se esforcem seriamente em praticar boas obras, pois está escrito: ‘Vê se estás sempre empenhado em praticar alguma boa obra, para que o diabo te encontre ocupado’; e ainda: ‘A ociosidade é inimiga da alma’.” [9]
O Usufruto do Universo Pertence a Todos
Há uma simetria inevitável no Universo. A cada renúncia externa corresponde uma aquisição interna, e vice-versa. Em consequência disso, é morrendo para a vida material que se nasce para a vida espiritual. E Francisco recomendou:
“Os irmãos não adquiram propriedade de coisa alguma, nem de casa, nem de residência, nem de outra coisa qualquer. E como peregrinos e forasteiros neste mundo, servindo a Deus em pobreza e humildade, peçam esmola com confiança, nem se envergonhem disso, pois o Senhor se fez pobre por nós neste mundo (2Cor: 8,9). É nisto que consiste a sublimidade dessa extrema pobreza, que transforma vocês, caríssimos irmãos, em herdeiros e reis do reino dos céus, e os torna pobres de bens, mas nobres de virtudes (Tiago, 2:5).” [10]
O “reino dos céus” é uma imagem simbólica, que representa os níveis superiores de consciência. O mundo do espírito é cósmico. Um trecho de uma regra desaparecida da ordem franciscana afirma que os frades menores “nada querem possuir sob o céu senão a santa pobreza, por meio da qual o Senhor os alimenta neste século com alimento corporal e possuirão no século futuro a herança celestial”.[11]
A ausência de posses não produz apenas uma recompensa futura, mas é fonte de felicidade e libertação imediatas. O pensador francês Ernest Renan, que identificou-se pessoalmente com o ideal franciscano, escreveu no século 19:
“Assim como o patriarca de Assis, atravessei o mundo sem apegar-me seriamente ao mundo, mas - ouso dizer - na situação de simples locatário. Nós dois, sem nada termos que seja nosso, somos ricos. A divindade nos deu o usufruto do universo, e estamos contentes por desfrutá-lo sem posse.” [12]
A Lenda do Lobo
A força da renúncia desperta o poder da unidade com todos os seres, e a lenda franciscana mostra numerosos exemplos deste fato. Conta a tradição que um lobo de grande porte aterrorizava o condado italiano de Gúbbio, devorando tanto animais como seres humanos. Ninguém mais tinha coragem de sair da cidade, quando Francisco foi à procura do animal. Ao vê-lo, o santo fez o sinal da cruz, concentrou-se mentalmente e disse:
“Venha cá, irmão lobo”.
O lobo aproximou-se de Francisco como um cordeiro e lançou-se aos seus pés.
Francisco deu-lhe uma ordem em nome de Cristo para que parasse de perseguir as pessoas. Fez um elaborado discurso ao lobo, enumerando um a um os seus erros. Finalmente, estabeleceu as condições de uma paz futura entre o animal e os habitantes do condado.
Duas imagens da lenda franciscana do lobo
O lobo respondeu com humildade, fazendo sinal afirmativo com a cabeça. Prestou juramento solene, e prometeu nunca mais atacar pessoas. Em troca disso, o santo anunciou que os habitantes da cidade lhe dariam o alimento necessário para sua sobrevivência. Francisco selou o acordo apertando a mão do lobo. [13]
Para os mais diferentes povos, o lobo é, desde a antiguidade, um símbolo das paixões animais que perseguem os seres humanos menos sábios e “devoram” tudo o que veem pela frente.
Maldade Não é Mau Carma Para Quem a Sofre
Os desinformados pensam que o egoísta e o mentiroso prejudicam de fato suas vítimas.
Desde um ponto de vista teosófico, porém, a maldade e a injustiça prejudicam sobretudo quem as comete. Também neste caso, o desapego e a atenção fazem a diferença. A vítima só é seriamente prejudicada quando se apega ao sofrimento, ou quando reage com um ódio cego e um rancor primário. Francisco, que possuía bom senso, fez registrar na Regra Não-Aprovada:
“E saibam que a humilhação não é imputada aos que a sofrem, mas aos que a infligem.”[14]
Em outro trecho ele cita Mateus, 5:10-12:
“Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, insultarem e perseguirem, e vos expulsarem e escarnecerem, e injuriarem vosso nome como réprobos, e falsamente disserem contra vós todo gênero de maldade, por minha causa.” [15]
Jesus, o autor simbólico destas palavras, representa o Caminho.
Aquele que trilha o Caminho da ética e da sabedoria pode ser desprezado no mundo, porque sua vida segue uma lógica que não é compreensível desde o ponto de vista do materialista. No entanto, o sofrimento causado pela incompreensão é fonte de mais aprendizado. Em última instância, todo o sofrimento “probatório” do aprendiz culmina na felicidade incondicional que emerge da sabedoria consolidada.
Os materialistas, em compensação, trilham o verdadeiro caminho do sofrimento. A obra “I Fioretti”, uma coletânea de lendas franciscanas, ensina este princípio teosófico:
“Muitas dores terá o homem mísero, o qual põe o seu desejo nas coisas terrenas, pelas quais abandona e perde as celestes, e finalmente perderá também as terrenas. A águia voa muito alto, mas se tivesse algum peso ligado às asas, não poderia voar muito alto; e assim o homem, pelo peso das coisas terrenas, não pode voar ao alto, isto é, não pode chegar à perfeição; mas o homem sábio, que prende o peso da lembrança da morte e do julgamento [16] às asas do seu coração, não pode, pelo seu grande temor, discorrer nem voar para a vaidade nem para os bens deste mundo, que lhe são causa de danação”. [17]
O Cântico do Sol: uma Oração Panteísta
O manifesto mais vigoroso da filosofia franciscana é o Cântico do Sol. Baseado em grande parte no testemunho de gratidão aos deuses que faz parte de uma obra clássica de Xenofonte, “Ditos e Feitos Memoráveis de Sócrates” [18], o Cântico é uma prova indiscutível das raízes panteístas da mais elevada mística cristã.
Assim como a tradição esotérica, o franciscanismo ensina a comunhão imediata com todos os seres, sem a intermediação burocrática da missa, de uma igreja, ou de sacerdotes. O planeta inteiro é um templo, e a presença divina está em todas as partes.
A teosofia ensina a unidade de todos os seres
Segundo a lenda, o Cântico do Sol foi composto por Francisco pouco antes de morrer. A oração é nominalmente dirigida ao Senhor Deus dos católicos; porém esta aparente personalização do princípio divino universal faz parte de um enfoque panteísta em que também o sol, a água, a lua e outros elementos da natureza são personalizados e chamados de irmãos.
Para a teosofia de Helena Blavatsky, assim como para o cristianismo de Francisco, não há coisa alguma destituída de vida ou inteligência no universo. As forças naturais estão unidas a cada ser humano por laços de uma afinidade sutil mas incondicional. Nas Cartas dos Mahatmas, é possível encontrar estas palavras de um sábio dos Himalaias:
“A natureza uniu todas as partes do seu império por meio de fios sutis de simpatia magnética, e há uma relação mútua até mesmo entre uma estrela e o homem...” [19]
Este princípio da filosofia oriental é desenvolvido em forma de oração no Cântico do Sol:
Louvado sejas, meu Senhor,
com todas as tuas criaturas,
especialmente o senhor irmão Sol,
pois ele é dia e nos ilumina por si.
E ele é belo e radiante com grande esplendor.
E porta teu sinal, ó Altíssimo.
Louvado sejas, meu Senhor,
pela irmã Lua e as estrelas;
no céu as formaste luminosas
e preciosas e belas.
Louvado sejas, meu Senhor,
pelo irmão vento e o ar e as nuvens,
e o céu sereno e toda espécie de tempo
pelo qual às tuas criaturas dás sustento.
Louvado sejas, meu Senhor,
pelo irmão fogo,
pelo qual iluminas a noite;
e ele é belo e alegre
e vigoroso e forte.
Louvado sejas, meu Senhor,
por nossa irmã e mãe terra,
que nos alimenta e governa
e produz variados frutos
e coloridas flores e ervas.
Louvado sejas, meu Senhor,
por nossa irmã, a morte corporal
da qual ninguém pode escapar.
Ai daqueles que morrem em pecado mortal. [20]
Felizes os que estão na tua santíssima vontade,
que a morte segunda não lhes fará mal. [21]
Oitocentos anos depois da vida biológica do sábio de Assis, a visão franciscana da vida é uma ponte dinâmica da tradição cristã com outras religiões, e com a filosofia universal.
As lições que ele deixou constituem um dos aspectos em que o cristianismo se ergue até o nível da antiga teosofia do Oriente, e ensina a prática da fraternidade sem fronteiras que marcará a civilização do futuro.
Texto por Carlos Cardoso Aveline
NOTAS:
[1] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, Editora Vozes, Petrópolis, RJ, 1979, 289 pp., ver p. 162.
[2] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, Editora Vozes, p. 142.
[3] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, p. 117.

[4] “Regra Não-Aprovada”, publicada no volume “São Francisco de Assis”, Ed. Vozes, Petrópolis, RJ, 1991, 1.372 pp., ver p. 144.
[5] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, obra citada, p. 111.
[6] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, obra citada, p. 102.
[7] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, p. 76.
[8] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, mesma p. 102.
[9] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, p. 75.
[10] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, p. 103.
[11] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, p. 96.
[12] “Nouvelles Études D’Histoire Religieuse”. Ernest Renan, 1884, Calmann-Lévy, Editeurs, 533 pp., ver pp. III-IV.
[13] “I Fioretti”, Ed. Vozes, Petrópolis, RJ, sétima edição, 1985, 254 pp., ver pp. 59-62.
[14] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, p. 77.
[15] “Os Escritos de São Francisco de Assis”, p. 83.
[16] Julgamento; esotericamente, o “julgamento” do cristianismo convencional simboliza o início do processo pós-morte. Através dele é definido o rumo da alma durante todo o processo entre duas vidas físicas, isto é, até a próxima encarnação. A qualidade deste longo processo entre duas vidas depende da qualidade ética das ações da alma durante a vida física.
[17] “I Fioretti”, Ed. Vozes, sétima edição, 1985, 254 pp., ver p. 231.
[18] Veja o capítulo III do Livro IV da obra “Ditos e Feitos Memoráveis de Sócrates”, incluída no volume “Sócrates”, coleção “Os Pensadores”, Nova Cultural, Círculo do Livro S.A., 1996, 303 pp., pp. 175-177. O tema é abordado também no capítulo dedicado a Sócrates de meu livro “Conversas na Biblioteca”, Edifurb, 2007, 170 pp., ver pp. 18-22. A obra contém um capítulo dedicado ao santo de Assis (ver pp. 47-53).
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[19] “Cartas dos Mahatmas”, Ed. Teosófica, Brasília, 2001, Carta 47, Volume I, pp. 217-218.
[20] “Morrer em pecado mortal”. Esotericamente, essa expressão significa concluir a encarnação enquanto há um contato nulo, ou insuficiente, entre a alma mortal e a alma imortal. Assim, quando ocorre a “segunda morte” - a morte astral - a consciência do indivíduo não se transfere para o eu superior e não tem lugar a vivência do “Devachan”, o “local dos deuses”; na linguagem cristã, a alma não vai para o “paraíso”, antes de reencarnar.
[21] Conforme sugere o verso final, os que estão de acordo com a vontade divina do seu próprio eu superior nada têm a temer com a “segunda morte”, a morte astral. Quando ela ocorre, a consciência se transfere para o nível superior, o local divino ou “paraíso individual”, tecnicamente chamado de “Devachan” em teosofia.

sábado, 30 de março de 2013

2013 – ANO UM DA NOVA TERRA –

Mensagem de Metatron canalizada por Tyberonn em 17 de novembro de 2012
Saudações, Mestres!

Envolvemos todos e cada um de vocês com uma energia nutridora e com o campo de autocapacitação, pois vocês realmente são Mestres no caminho para a Ascensão. É nosso propósito oferecer-lhes inspiração e clareza, entretanto, é sempre necessário que VOCÊS, como SERES sagrados e soberanos, usem o discernimento em relação a esta e outras mensagens “canalizadas”.

Iniciaremos esta conversa sobre 2013, um ano verdadeiramente auspicioso, falando sobre os medos que alguns de vocês ainda possam ter. Primeiro lhes diremos que a Ascensão de fato acontecerá. Vocês fizeram com que acontecesse. Mas queremos esclarecer que o que ocorreu foi a graduação do Planeta Terra, uma expansão para 12 Dimensões.

O CALENCÁRIO DE LONGO ALCANCE

Muitos pesquisadores dos maias têm procurado entender o que a data de 21 de dezembro de 2012 do longo calendário implica. E têm questionado se ele realmente foi escrito pelos maias ou por seus “Deuses da Nação-Estrela”. Alguns estavam preocupados que ela indicasse um fim cataclísmico do planeta. Outros sentiam que podia estar marcando a data do “Retorno dos Deuses das Estrelas”, como subentendido em alguns dos textos maias preservados.

Nós lhes dizemos que a Ascensão é um novo começo e que em 2013 a Terra estará no novo formato que possibilitará o profetizado “Retorno”. Mas o tão falado Contato não ocorrerá da maneira tridimensional que vocês imaginam. Será a capacidade da humanidade se elevar lucidamente, ascender conscientemente para dimensões superiores. É assim que o contato ocorrerá. Este não é mais um planeta nos quais professores benevolentes devem se manifestar na tridimensionalidade para ajudar. Agora a Nova Terra carrega uma matriz, através da Grade Cristalina, que permitirá que a humanidade esteja mais consciente da sua verdadeira natureza dentro da multidimensionalidade. Isto acontecerá. E assim, vocês perceberão que, na verdade, VOCÊS são aqueles pelos quais estiveram esperando!!!

TUDO A SEU TEMPO

Isso levará mais alguns anos, mas terá início em 2013. Como lhes dissemos anteriormente, a Ascensão da Humanidade em massa só ocorrerá daqui a uns 300 anos! E, de fato, ela acontecerá, mas é indiscutível que a Ascensão da Terra é que possibilitará a Ascensão da Humanidade. Tudo a seu tempo, tudo ocorrerá no seu devido tempo, entendem?

Consequentemente, a grande maioria da humanidade não vai ver nenhuma mudança imediata na Terra. Vai acordar no dia 22 de dezembro de 2012 e dizer: “O que houve de tão especial?” Mesmo aqueles que estão na Senda verão que nenhuma mudança visível terá ocorrido.

Então, gentilmente pedimos a cada um de vocês que olhe para o mundo ao seu redor só por um instante. O que você vê?
A mídia continua noticiando guerra, fome, desastres e colapso econômico. Ela transmite o que é visto na terceira dimensão. E geralmente é um cenário sombrio, cheio de tristeza e desgraças, não é?

Os profetas do fim do mundo estão especialmente em alta. Alguns especuladores encontraram um terreno particularmente fértil nessa área, criando medo em torno de colisões de cometas, asteroides, reversão cataclísmica dos polos e colapso econômico. Quer reconheçam ou não, esses pessimistas se alimentam do medo que eles geram.

Mestres, sempre existiram negativistas neste planeta – aqueles que predizem tristeza, tragédias e alertas que geram medo. O que não é reconhecido é que mesmo esses que estão enraizados na negatividade servem a um propósito na dualidade e, com certeza, uma olhada rápida ao redor do globo pareceria justificar o ponto de vista dessas pessoas. Mas lhes dizemos que isso é energia antiga. E não é função do Espírito dizer-lhes que desistam da esperança nem do livre arbítrio. O propósito da nossa mensagem é falar-lhes sobre sua Divindade e dizer-lhes que, de fato, com toda certeza, o planeta está no limiar do “Ano UM da Nova Terra”. Em seguida e num tempo rápido, a humanidade também Ascenderá. Vocês estão realmente no caminho certo para que isso aconteça.

Então, Queridos, nós lhes dizemos de novo que a Ascensão do Planeta já ocorreu, e foi a humanidade que a tornou possível. Mesmo que muitos seres humanos não o reconheçam na consciência de terceira dimensão, a Terra realmente mudou, graduou-se para um novo paradigma. Portanto, está na hora de abandonarem a velha energia do MEDO. Os desastres cataclísmicos globais que alguns videntes previram NÃO vão acontecer. A economia não cairá no caos. De que serviria isto? Este não é o caminho do Novo Planeta. Nós lhes asseguramos que, em 2013, um novo sol estará surgindo e este certamente é o sol da mudança. Ele traz a luz da magnífica Nova Terra. E, Queridos, nós realmente queremos dizer magnífica!

Nesta Nova Era, é responsabilidade dos buscadores projetar alegria, projetar luz, pois na expansão para os Harmônicos Cristalinos, cada fóton de luz mental que vocês projetam é amplificado. E isto ocorre mais rapidamente na Nova Energia. Então seus papéis adquirem uma nova benevolência, à medida que seus poderes de criação aumentam.

Falemos agora especificamente de 2013!

2013: O ANO UM DA NOVA TERRA

2013 é um ano incrivelmente importante; mais ainda do que 2012, em muitos aspectos. Muitos de vocês sentiram que 2012 foi o ápice, e que o que vem a seguir já não é o clímax. Queridos, seu trabalho está começando apenas agora! E lhes dizemos que 2013 traz desafios e tarefas que todos vocês concordaram em cumprir, através do contrato de alma. O ano de 2013 é um novo começo, em todos os sentidos da palavra. Mas não é um tempo para descansar sobre os louros. Em seu fluxo linear sequencial, a Nova Terra contém pontos de interseção multidimensional e portais de tempo. De fato, são esses pontos que permitiram que a Ascensão ocorresse. Eles são os portais através dos quais muitos de vocês entraram – vocês, os Navegadores Sirianos e Pleiadianos e Portadores de Códigos, que foram enviados do futuro para estarem aqui no planeta para a Ascensão. E, de certo modo, suas missões estão apenas começando.

Então, 2013 é período agendado para os Portadores de Códigos começarem a unir esses pontos, passando da modalidade hemisférica para a global. É de particular importância que os Portadores de Códigos fundam as energias dos chamados Hemisférios Norte e Sul. Determinados ápices fundamentais no Sul, tais como Patagônia, Uluru, Ilha de Páscoa e Kilimanjaro serão ancorados ao Novo Firmamento nos próximos anos.

Aqueles entre vocês, que serviram como Portadores de Códigos da pré-Ascensão, serão chamados a assumir um papel maior – o de conectar os pontos-chave para a formação do Novo Firmamento.

O NOVO FIRMAMENTO COMEÇA EM 2013

A conclusão da Grade Cristalina em 12-12-12 vai gerar a formação do Novo Firmamento. Este é vitalmente importante para a Ascensão da humanidade e, na verdade, é uma extensão da grade completada.

Certos pontos do seu planeta possuem uma energia rara que os capacita a serem pontos de conexão. Newgrange é um deles, a Ilha de Páscoa é outro. Ambos são pontos multifacetados, multidimensionais da grade. Ambos são Portais octaédricos que transcendem dimensões e tempo. Ambos estão sendo conectados diretamente aos pontos apicais do pentadodecaedro duplo estrelado da Grade Cristalina 144.

Estes estão sendo moldados para se conectarem diretamente ao Novo Firmamento, que espontaneamente começará sua formação inicial após a conclusão que ocorrerá em 12-12-12 e o renascimento (reinício) em 21-12-12. É importante notar que o processo ascendente da Ascensão ocorrerá em 12-12-12. Esta data permitirá que a energia Cristalina se manifeste na Nova Terra; permitirá que o novo DNA do planeta se interligue ao Campo Cristalino, conecte-se à Nova Grade e se funda com a “Grade Humana”. Tudo isto ocorrerá às 12:12h do dia 12-12-12. Em seguida haverá um reinício (reboot) que permitirá que o “nascimento da Nova Terra” ocorra em 21-12-12.

E então começará o novo trabalho.

O NOVO FIRMAMENTO

Já lhes falamos anteriormente sobre o nascimento do Novo Firmamento Planetário. Isto se exteriorizará como duas faixas elípticas de arcos frequenciais iridescentes que circundarão a Terra como faziam há éons atrás. Uma delas é de um Eletromagnetismo altamente refinado, em sinergia ressonante, que emite um tom dourado. A outra é Cristalina e emite uma coloração platina brilhante.

Estas vão girar acima dos 144 pentadodecaedros duplos da Grade 144. Em termos altamente técnicos, o firmamento vai desempenhar a função de transdução de oscilações de frequência cristalina numa redução piezelétrica para interfacear a grade, permitindo assim total integração do sistema de circuitos elétricos das energias gama cristalinas do Campo Unificado de Tula, o Grande Sol Central. Em termos mais inteligíveis, o firmamento vai transformar ondas de poderosa energia celeste numa forma benevolente que pode ser mais facilmente recebida no plano terreno.

Então, de certa forma, o firmamento é um enorme transformador e protetor contra sobrecarga elétrica! Ele “polirá” energeticamente e, em seguida, formatará e refinará as energias celestiais para aplicação nas 12 dimensões da Terra.

As duas faixas elípticas criarão um campo frequencial de OM. Elas brilharão nos céus noturnos em 2038, aparecendo como algo semelhante às Auroras Boreais.

A fase inicial de ancoragem do Novo Firmamento começará no Equinócio de Março de 2013. Haverá uma abertura em diversos vetores-chave, incluindo a Ilha de Páscoa e a Patagônia (na latitude-chave 51). Ambas receberão “downloads” codificados de unidades de consciência denominadas Akasha. Estes “downloads” ativadores serão recebidos primeiramente através das principais energias e estruturas octaédricas Piramidais de proporções Phi no Hemisfério Sul em 2013. Muitas pessoas serão levadas a ancorá-los.

OS ENVIADOS DA NOVA TERRA

Como lhes explicamos anteriormente, existe um grande número de almas que escolheram vir à Terra nesta época, vindas de dimensões além da quinta – tanto do futuro da Terra quanto do futuro de mundos de dimensões superiores – com propósitos que serão melhor entendidos por vocês em 2013.

De fato vocês são os Enviados da Luz Cristalina, Embaixadores do Amor. Vocês vieram do futuro – como o entendem no tempo linear da Terra – para ajudar a humanidade a navegar através dos tempos tumultuosos que se desenvolveram nos últimos quarenta anos, e dos tempos que se apresentarão nos próximos vinte e seis, levando ao ponto-chave de 2038.

Muitos de vocês só despertaram do seu futuro para as funções no passado em 2011 e 2012. E isto foi proposital. Os portais de tempo desses dois anos foram pontos de gatilho para o trabalho que assumirão de 2013 a 2038. Vejam, o Novo Firmamento se completará no seu ano de 2038. Isto não está escrito nas Pirâmides? Edgar Cayce mencionou o ano de 2038. Este é outro marco importante na Ascensão da humanidade.

Alguns de vocês não estarão fisicamente presentes em 2038, mas terão missões fundamentais, ajudando aqueles que estão sendo chamados para este serviço. Vocês oferecerão um pré-agrupamento na conexão de pontos de ancoragem, e inspirarão as buscadoras Crianças Cristal para a conclusão do Novo Firmamento em 2038.

Muitos de vocês vivenciaram a Ascensão em outros planetas e outros mundos, várias vezes; e conhecem os perigos, entendem os mecanismos. E o que resta é o estabelecimento da nova direção, a ancoragem do Novo Firmamento. Mas nunca se esqueçam que, em 2013, além de ancorar os Códigos, é essencial ajudar a todos brilhando sua luz e não sucumbindo aos últimos estertores do Medo, os últimos protestos da Velha Energia.

O QUE OCORRERÁ EM 2013

O que acontecerá em 2013 será um novo começo. Esse novo começo é o Novo Modelo da Nova Terra. A Ascensão da Terra possibilitou a revisão e expansão dimensional do planeta. A Terra se expandiu para um Campo Cristalino, se expandiu da 5ª para a 12ª dimensão.

DATAS DE PODER E FASES DE ATIVAÇÃO DE 2013

As energias de 2013 serão menos intensas do que a corrida de obstáculos, de frequências cada vez maiores vivenciadas pela humanidade em 2011 e 2012. E embora 2013 venha a ser mais fácil de se gerenciar, certas frequências-chave ocorrerão em datas específicas desse ano. Os equinócios, solstícios e eclipses serão extremamente poderosos, cada um apresentando aberturas únicas de portais para a Nova Terra. Durante os equinócios, solstícios e, especialmente, os cinco eclipses de 2013, um renascimento de energias inundará o planeta. É absolutamente natural que isto ocorra nessas posições astronômicas, pois esses três eventos (solstícios, equinócios e eclipses) realmente abrem portais, passagens que sempre foram únicas em tais trânsitos. Em 2013, eles serão ainda mais multifacetados do que os eventos potentes que tiveram lugar desde 2009.

Cada uma das datas de 2013 citadas mais abaixo oferecerá o seguinte:

1. Um momento para profunda introspecção voltada para a descoberta de si mesmo na Nova Terra.

2. Energias aprimoradas nos pontos de poder, visualização aprimorada e sonhos lúcidos.

3. Uma janela para recarregar e equilibrar energias

4. No Equinócio de Março: ancoragem do Novo Firmamento em pontos específicos do planeta.

As datas-chave de 2013 são as seguintes:

· 20 de março de 2013 – Equinócio

· 21 de junho de 2013 – Solstício

· 22 de setembro de 2013 – Equinócio

· 21 de dezembro de 2013 - Solstício

Agora os eclipses assumem uma qualidade ainda mais excepcional, em termos de oferecer disparadores de energia catalisadora de mudança, tanto para o indivíduo quanto para o planeta. Eles serão especialmente potentes em 2013. Serão momentos perfeitos para mudar o curso da vida, após meditação voltada para auto-orientação e calibração nos Equinócios e Solstícios. 2013 é um Novo Planeta, um Novo Tempo. E muitos de vocês descobrirão um propósito renovado e tomarão caminhos um pouco diferentes, ou permanecerão no mesmo caminho com uma nova perspectiva ou em associação com um novo grupo. Muitos de vocês descobrirão um propósito novo em 2013 ou trarão à superfície um talento novo e produtivo, que até então havia permanecido latente.

· Eclipse da Lua em 25 de abril de 2013

· Eclipse do Sol em 10 de maio de 2013

· Eclipse da Lua em 25 de maio de 2013

· Eclipse da Lua em 18 de outubro de 2013

· Eclipse do Sol em 03 de novembro de 2013

Haverá duas fases específicas de grande importância em 2013:

A primeira será entre 10 de maio e 22 de junho, na qual ocorrerá uma Tríade de grande abertura, possibilitando o reequilíbrio e contemplação de nova direção. Este período envolverá um Eclipse Solar e um Lunar, levando ao Solstício de Junho. Será também um momento propício para os Portadores de Códigos viajarem para pontos de poder.

A segunda fase de Tríade ocorrerá entre 20 de setembro e 4 de novembro. Será a conclusão da ação do que ocorreu na primeira Tríade. Representará um momento para o ser humano manifestar o novo Eu, o novo propósito, a nova parceria, associação ou direção. Será um momento de intensa reenergização e revitalização.

ENCERRANDO

Nós lhes dizemos que 2013 será um tempo para fluir, um tempo para amadurecer, florescer. Para muitos de vocês, será um ano de mudanças.

Há uma nova energia no planeta. Vocês a criaram. Mas ainda há muito a fazer. Que cada um use este momento para encontrar sua função, seu papel.

Se você é um daqueles que esteve “sentado em cima do muro”, considere a possibilidade de assumir papéis mais comprometidos de liderança, escrevendo um livro, expressando seu talento artístico… 2013 é o seu ano. A energia vai sustentar o seu bem mais elevado.

Em 2013 vocês tomam seu segundo fôlego; vocês assumem novas missões. Para os Portadores de Códigos, o novo papel é o de codificar e ancorar o Novo Firmamento, e este começa em 2013.

Eu sou Metatron, e compartilho estas Verdades com vocês. Vocês são Amados.

E assim é… e é assim.

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Tradução de Vera Corrêa veracorrea46@ig.com.br

Os direitos autorais desta canalização pertencem a www.Earth-Keeper.com. A publicação em websites é permitida, desde que as informações não sejam alteradas e os créditos do autor e seu site sejam incluídos. Este material não pode ser publicado em jornais, revistas e nem re-impresso sem a permissão do autor. Para pedir permissão, escreva para Tyberonn@hotmail.com

Fonte: www.earth-keeper.com

Extraído de: http://www.luzdegaia.net/metatron/tyberonn/nova_terra_inicio.html

terça-feira, 26 de março de 2013

UM DISCURSO DA MENTE PARA HERMES


Hermes Trimegistus Hermes: Muitos homens falaram muitas e diversas coisas concernentes ao Universo e à Deus, e eu ainda não aprendi a verdade. Peço à você, Mestre, que torne claro estas coisas para mim. Acredito que você e apenas você, me mostrará a verdade. Mente: Escute com atenção, meu filho e irei lhe dizer como são as coisas acerca de Deus e do universo. Olhe para as coisas através de mim (isto é com os olhos da mente, pois é a mente que está falando), e contemple o cosmos, como ele se estende diante de você, aquele corpo que nenhum mal pode atingir, a mais velha de todas as coisas, e sempre em seu primeiro momento, sempre nova. Veja também os sete mundos (os sete planetas) dispostos em uma ordem eterna, e utilizando a medida da eternidade enquanto percorrem seus diferentes cursos. E todas as coisas estão preenchidas por luz...; através da amizade entre os contrários, e pela mistura dos opostos, o fogo do céu foi transformado em luz, que é irradiada para baixo pelo trabalho do Sol; e o Sol é o criador de toda a bondade, o coordenador de todo o movimento ordenado, o governador dos sete mundos. Olhe para a Lua que se adianta em relação a todos os outros planetas em seu curso, o instrumento através do qual nascimento e crescimento são manipulados, o fazedor de mudanças na matéria aqui em baixo. Olhe para a terra, firmemente fixada no centro, a fundação deste universo bondoso, a nutris e protetora de todas as criaturas terrestres. Veja também quão grande é a multidão dos seres vivos, tanto os que são imortais quanto os que são mortais; e note como a lua, enquanto ela circula, divide os imortais dos mortais. E todos estão preenchidos com alma, todos estão em movimento, imortais no céu e mortais na terra. Agora, todos eles foram feitos. Não há necessidade de dizer-lhe isso, Hermes. Assim deve ser, pois eles são corpos com uma alma neles - é a alma que os move - e corpo e alma não podem ser encontrados em um, a menos que haja algo que os une. Deve existir portanto esse algo; e ele necessita ser um. Os movimentos são diferentes e muitos, e os corpos diferem uns dos outros, mas existe um sistema ordenado que se estende sobretudo; portanto, não pode haver dois ou mais criadores. Onde existe muitos criadores, a ordem não pode ser mantida; haverá rivalidade entre eles; o mais fraco odiará o mais forte e eles estarão sempre em conflito. E se o criador das criaturas mortais e mutáveis for outro que o dos imortais, ele desejará criar imortais também e vice-versa. E mais, se houverem 2 criadores visto que a matéria é uma e que a alma é uma, à qual dos dois pertencerá a fonte de matéria e alma? Ou se ela pertencer a ambos, a qual dos dois pertencerá mais? Você deve compreender que todo o corpo vivo, seja imortal ou mortal, é composto de matéria e alma. Todos os corpos vivos têm alma neles; coisas que não são vivas são matéria apenas; e da mesma forma existe também apenas alma, que permanece sob a guarda do Criador; pois a alma é a substância da qual a vida é feita. Como pode ser então que a vida que está nos imortais seja diferente da vida que está nos mortais? E como pode ser afirmado que o criador das criaturas vivas que são imortais é diferente daquele que cria os mortais? Ele é portanto, o autor de toda a vida. É claro que existe alguém que faz tais coisas. E é manifesto que o criador é um, pois a alma é uma, a vida é uma e a matéria é uma. E quem é esse criador? Quem mais pode ser além do próprio Deus? A quem mais além de Deus pertence o papel de colocar alma nas coisas? Você concordou que o cosmos é um, e que o sol é um, e que a lua é uma, e aterra é uma; como poderia ser que Deus fosse um entre muitos? Seria absurdo supor que existem vários deuses. Deus também é apenas um. E mais, se todas as coisas, tanto as do céu quanto as da terra, estão vivas, e existe apenas uma vida nelas, e a vida é feita por Deus, segue-se que todas as coisas são feitas por Deus. E por que soaria estranho Deus fazer ao mesmo tempo o que é imortal e o que é mutável, quando você próprio faz tais coisas? Você vê, pensa, respira. Não é um que vê, outro que ouve e outro que fala; não é um que sente o toque, outro que sente o cheiro, outro que anda, outro que pensa, e outro que respira; mas aquele que faz todas essas coisas é apenas um. Não, não é possível para Deus existir sem fazer aquilo que eu disse que ele faz. Você, separar de fazer as coisas que eu disse, não será mais um ser vivo; e da mesma forma Deus; se ele parar de fazer seu trabalho, ele não mais será Deus. Eu mostrei que um homem não pode existir sem estar fazendo nada; e isto se aplica à Deus. Se existisse algo que Deus não pudesse fazer, então o próprio Deus seria incompleto - algo que ninguém pode afirmar; mas se ele é sempre eficiente, então ele é perfeito. Deus portanto, faz todas as coisas. O trabalho de Deus é este, e este apenas; trazer as coisas ao estado de ser; e isto é a bondade de Deus. Assim como um homem não pode viver sem respirar, da mesma forma Deus não pode viver sem fazer aquilo que é o bem; e isto, é a vida. E esta é a essência do ser Deus: gerar movimento e vida em todas as coisas. Se você quiser entender isso através da sua própria experiência, perceba o que acontece em você quando deseja criar seus descendentes. Porém o que você faz não é igual ao que Deus faz, pois Deus não encontra prazer carnal nisto e nem tem uma esposa para trabalhar com ele. Ele trabalha sozinho; e ele está sempre trabalhando; e ele mesmo está naquilo que ele faz. Se as coisas que ele faz estivessem separadas dele, todas iriam colapsar e morrer; e não haveria vida nelas. Mas veja que todas as coisas estão vivas. A vida é a união do corpo e da alma... A morte não é a destruição das coisas que foram mantidas unidas (o corpo e a alma), mas a dissolução da união. Mas os homens chamam as mudanças de morte porque quando ela surge, o corpo decompõe e a vida desaparece e não mais é vista. A Eternidade é uma imagem de Deus; o cosmos é uma imagem da Eternidade; o sol é uma imagem do cosmos e o homem é uma imagem do sol. Dizendo isso, afirmo que o cosmos também está mudando através do tempo; muito embora, dia após dia uma parte de sua vida se esvai, ele nunca é totalmente de composto. E o cosmos assume todas as formas; ele não contém as formas como coisas localizadas nele, mas o próprio cosmos muda. Então, se o cosmos é feito de tal forma que ele assume todas as formas, o que dizer do seu criador? Podemos dizer que ele não tem forma? Claro que não! Pois se ele assume todas as formas, ele será como o cosmos; e se ele tiver apenas uma forma, ele será, nesse sentido, inferior ao cosmos. O que então podemos dizer acerca dele? Não podemos deixar essa discussão terminar com uma dúvida não resolvida; pois em nossos pensamentos acerca de Deus, nenhuma questão é insolúvel. Poderíamos então dizer que Deus tem uma forma, e apenas uma, mas é uma forma que nenhum olho pode ver pois ele é incorpóreo. O incorpóreo não pode ser restringido por nada; mas ele pode conter todas as coisas, ele é o mais rápido de todas as coisas e o mais supremo. Pense acerca de você mesmo e você verá que as coisas são assim. Permita à sua alma viajar para qualquer terra que você escolher, e logo que você permitir à ela ir, ela estará lá. Permita a passar da terra ao oceano, e ela estará lá não menos rápido; ela não se moveu como algo se move de um lugar para o outro, mas ela está lá. Permita-a voar para o céu, e ela não terá necessidade de asas; nada pode barrar seu caminho, nem o poderoso calor do sol, nem o giro da esfera dos planetas; abra caminho para ela através de tudo, ela voará até alcançar o ponto mais distante de todas as coisas corpóreas (o ponto mais distante da esfera do céu). E você poderá desejar irromper-se do próprio universo, e espantar-se diante das coisas que estão fora do cosmos (se realmente existir algo fora do cosmos);até isto é permitido à você. Veja quanto poder e agilidade são seus. E se você pode fazer tudo isso, poderá Deus não faze-lo? Você deve entender então que é desta forma que Deus contém dentro dele o cosmos, e contém a ele mesmo, e tudo o que é; como pensamentos que Deus pensa, todas as coisas estão contidas nele.  Então, se você não puder fazer de você mesmo algo igual a Deus, você não poderá apreende-lo; pois o semelhante é conhecido apenas pelo semelhante. Salte para fora de tudo o que é corpóreo, e faça a você mesmo expandir-se em direção à grandeza que está além de toda a medida; erga-se sobre o tempo e torne-se eterno; então você irá apreender Deus. Pense que também para você nada é impossível; considere que você também é imortal, e que você é capaz de compreender todas as coisas com seu pensamento, conhecer toda arte e toda a ciência; encontre sua morada na toca de cada criatura viva; torne você mesmo mais alto que todas as alturas, e mais baixo que todas as profundezas; traga junto de você todas as qualidades opostas, calor e frio, secura e fluidez; pense que você está em todos os lugares ao mesmo tempo, na terra, no mar, no céu; pense que você não foi ainda criado, que você ainda está no útero, que você é jovem, que você é velho, que você morreu, que você está no mundo que está para além do túmulo; considere tudo isso ao mesmo tempo; todos os momentos, todos os lugares, todas as substâncias e qualidades e magnitudes juntas; então você pode apreender Deus .Mas se você enclausurar sua alma em seu corpo, e rebaixar a si mesmo, e dizer "eu não sei nada, eu não posso fazer nada, tenho medo da terra e do mar e não posso ir ao céu; não sei quem eu fui e nem quem eu serei", então o que você tem a ver com Deus? Se você fechar-se em seu corpo, seus pensamentos não podem compreender nada sobre o bom ou sobre o belo e eles serão o mal. Pois o maior mal consiste em não conhecer a Deus; mas ser capaz de conhecer Deus, desejar e ter esperança de vir a conhecê-lo é o caminho que leva em direção à Ele; e este é um caminho fácil de ser percorrido. Em todos os lugares Deus virá encontrar você, em todos os lugares ele aparecerá diante de você, em lugares e momentos nos quais você não o procura, quando estiver acordado e quando adormecer, quando estiver viajando pela terra e pela água, de dia e de noite; quando você estiver falando e quando estiverem silêncio; pois não há nada no qual Deus não esteja. E você pergunta "Deus é invisível"? Não diga isso. Quem é mais manifesto que Deus? Pois foi com esta finalidade que ele fez todas as coisas, para que através delas você possa vê-Lo. Esta é a bondade de Deus; ele manifesta a si próprio através de todas as coisas. Nada é invisível, nem mesmo uma coisa incorpórea; a mente é vista através do pensamento e Deus o é ,em seu trabalho. Eu mostrei à você a verdade. Pense sobre tudo o mais desta mesma forma e você não será desviado ou confundido. Livro: Hermética (atribuído à Hermes Trimegistus), Shambala 1993.

segunda-feira, 11 de março de 2013

O Fim da Igreja de Roma: profecias de João, Malaquias e Nostradamus

O FIM da Igreja de ROMA, as Profecias do Monge Malaquias, Nostradamus e de João no Livro do Apocalipse: Bento XVI, o Penúltimo Papa, depois dele virá o último papa, Pedro, o romano (será um papa Francês…)
Segundo conta a história, São Malaquias da Irlanda teria tido uma visão ao visitar o Papa Inocêncio II em Roma, em 1.139, que estava muito preocupado com os problemas da época. Malaquias teria passado a profecia ao Papa Inocêncio II, que se sentiu confortado ao ver que a Igreja ainda tinha muitos anos de existência pela frente. A profecia teria, então, desaparecido por um longo período e sido reencontrada somente em 1590, para ser publicada (impressa) cinco anos depois.
O que tem a ver o papa Bento XVI com as profecias de S. Malaquias, e do Apóstolo João, descritas no Livro do Apocalipse, se perguntará o desavisado leitor.O sucessor (francês) de Bento XVI tem tudo a ver com ambos os profetas, pois eles preveem o fim da igreja de Roma durante o seu papado.
Post por Thoth3126@gmail.com
A história das profecias de São Malaquias, Nostradamus e do Apóstolo João, descritas no Livro do Apocalipse

A profecia do monge celta Malaquias, São Malaquias - Malachy Máel Máedóc Ua Morgair, trata-se de uma lista de frases/motos em latim que prevê, atribui e descreve com antecedência a existência de futuros 111 papas desde 1143 (quando aconteceu a visão do monge irlandês) até o último papa (o francês sucessor de Bento XVI, que se chamará de Pedro, o romano), quando a Igreja Católica deixará de existir como a conhecemos. Primeiro Roma e o Vaticano serão destruídos COMPLETAMENTE e então a sede da igreja será levada, novamente, para Avignon, na França
As profecias são compostas com pequenas frases em latim atribuídas como representativas dos futuros papas (como um moto) e que lhes definem o papado. As últimas seis descrições (profecias que descrevem os seis últimos papas, antes do fim da igreja romana) da lista de São Malaquias foram para os seguintes Papas:
Papa 107º - Pastor et Nautonier (Pastor e Navegador) - João XXIII (Angelo Giuseppe Roncalli) foi pastor de ovelhas quando criança e foi Patriarca da Cidade de Veneza, uma cidade onde é preciso movimentar-se através de pequenos barcos, mas há quem especule que a referência a Nautonier (navegador) seria pelo pseudo envolvimento desse papa com a secreta Ordem do Priorado de Sion, sendo Nautonier o nome dado aos seus Grãos Mestres.

O próprio título JOÃO 23 escolhido pelo Cardeal Roncalli já remonta a uma profecia feita pelo apóstolo João, no seu evangelho, nos últimos parágrafos …
Esse papa escreveu um livro em que ele próprio também faz várias profecias. Especula-se que ele também recebeu a visita de seres de outro sistema evolutivo, com espaçonave e tudo o mais, na residência de verão dos papas, em Castelgandolfo. Saiba mais em: http://thoth3126.com.br/as-profecias-do-papa-joao-xxiii/ e http://thoth3126.com.br/o-papa-joao-xxiii-manteve-contato-com-ets/
Brasão de Paulo VI
Papa 108º - Flos Florum (Flor das Flores) – O Papa Paulo VI – 21/06/63 a 06/08/78 (Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini), o simbolismo floral, a flor de lis é considerada a flor das flores, e representativa da Trindade cristã, de acordo com A. L. Bocconi. No brasão de Paulo VI havia três flores de lis assim como no de sua família, a família italiana Montini, 3 flores de lis.
Papa 109º - Medietate Lunae (Metade da Lua) - O Papa João Paulo I -26/08/78 a 28/09/78 - ficou somente um mês no pontificado, a duração aproximada do ciclo de uma lua. Em tão pouco tempo, naturalmente, não ocorreu nada, tendo sido uma “neutralidade”. Significa, portanto, “trinta dias de neutralidade”.(esse papa durou tão pouco tempo justamente porque não houve neutralidade de sua parte, pois ele estava determinado a elucidar o envolvimento da igreja com a Máfia italiana, a Loja Maçonica P2 da Itália e investigar profundamente a quebra do Banco Ambrosiano, o Banco oficial do Vaticano. (Seus opositores ao perceberem essas suas intenções o envenenaram, para que nada fosse descoberto e revelado)

Papa 110º - De Labore Solis (O Trabalho do Sol) de 16/10/78 a 02/04/2005– João Paulo II. Esta insígnia já foi interpretada de várias formas. O Papa João Paulo II foi um Papa que viajou (e trabalhou) muito, como nenhum outro Papa, percorreu o globo várias vezes, como a luz do sol o faz diariamente. Suas constantes viagens demonstraram isso. O Papa nasceu na Polônia, veio do leste, onde nasce o sol.
Papa 111º - De Gloria Olivae (A Gloria da Oliveira) eleito em 19 de abril de 2005. – O atual Papa Bento XVI (será sucedido por um francês)– São Bento foi o fundador da Ordem dos Beneditinos, até hoje uma das maiores ordens monásticas do mundo… Também conhecida como Olivetanos… Ou das Oliveiras…Cujo símbolo são as OLIVEIRAS !! Um ramo de oliveira é também o símbolo da paz e este cardeal alemão ao se chamar de Bento XVI justifica a frase de São Malaquias, a Glória da Oliveira.
A especulação que se tinha é de que esse papa seria da Ordem dos Beneditinos, cujos símbolos incluem o ramo de oliveira, o Cardeal alemão Ratzinger, eleito em Abril de 2005, não é um beneditino, mas ele escolheu esse como seu nome de reinado, no qual se pode considerar como completa esta profecia. Lembrando também que o Papa Bento XVI nasceu dia 16 de Abril, coincidentemente o dia da festa de São Benedito.
O Papa alemão Ratzinger, o Papa Bento XVI (iniciou seu papado em 19 de abril de 2005), durante sua vida teve um contato profundo com a ordem beneditina, apesar de não ser dessa ordem. Estudou em escolas teológicas beneditinas, apreciava estar num convento beneditino na Toscana para seus retiros espirituais e de descanso. Por fim quis prestar uma homenagem ao Papa Bento XV que governou a Igreja durante os problemáticos anos da I Guerra Mundial. Sabemos que os beneditinos também são chamados de olivetanos e seu símbolo é uma oliveira. Portanto, mais uma vez fica mantida a consistência das Profecias de São Malaquias.
Papa 111º – Petrus Romanus (Pedro o romano) Sobre esse futuro último Papa, profetizou São Malaquias em latim no original: “In persecutione extrema S.R.E. sedebit Petrus Romanus, qui pascet oves in multis tribulationibus: quibus transactis civitas septicollis diruetur, et Iudex tremêndus iudicabit populum suum. Finis.“
O que pode ser traduzido por:
“Na extrema perseguição à “sagrada” igreja romana reinará (o francês) Pedro o Romano, que apascentará suas ovelhas entre muitas tribulações, sendo que então a cidade das sete colinas (Roma) será destruída e o formidável Juiz (Deus) julgará o Seu povo. Será o Fim”.
A esta divisa, a este moto final do último papa, (o francês) Petrus Romanus, o Monge de Pádua, colou ele próprio as seguintes palavras apocalípticas:
“Tu, in desolacione suprema sede. Ecce Petrus Romanus, ultimus Dei veri Pontifex!”
Tradução: “Tu, em suprema desolação se assentará, reinará Pedro, o Romano, o último verdadeiro Papa de Deus!”(o sucessor de Bento XVI)
Conforme o Livro das Revelações, que narra as visões do Apóstolo João, já com mais de 100 anos, quando estava preso pelos romanos na Ilha de Patmos, todo o Capítulo 17 é o relato desse futuro evento, a destruição da cidade de Roma e do Vaticano (a “santa igreja”)que se sucederá em apenas um único dia, conforme esta escrito:
“E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas; Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição.
E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlate (vermelho escarlate, a cor dos cardeais), que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres.

E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlate, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição;
E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.
E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus Cristo. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração. E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá.
Acima: Uma moeda do Museu britânico, do tempo do Império romano, cunhada em 71 d.C., durante o reinado de Tito Vespasiano (de 69 a 79 d.C.) em que ele é chamado de Pontifex Maximus (Sumo Pontíficie) título (“humildemente”) adotado pelos papas do Vaticano. Nessa moeda Roma é descrita COMO UMA MULHER SENTADA SOBRE SETE COLINAS (!!!!) e uma LOBA amamentando Rômulo e Remo.
“Aqui o sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada“.{ Roma espalha-se pelas margens do rio Tibre, com o seu centro histórico disposto sobre as suas sete colinas: Palatino, Aventino, Capitólio, Quirinal, Viminal, Esquilino, e Célio.}
As sete cabeças são sete montes*, sobre os quais a mulher está assentada”. Apocalipse 17:3-9 – A região onde esta Roma e o Vaticano se espalha pelas margens do rio Tibre (em Azul), compreendendo o seu centro histórico com as suas SETE COLINAS: Palatino, Aventino, Capitólio, Quirinal, Viminal, Esquilino, e Célio.
E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.
E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino (a Nova Ordem Mundial-NWO, que dividirá o planeta – ou apenas os EUA – em DEZ regiões, cada uma com um administrador, acabando com os países como os conhecemos…) mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta.
Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.
Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis. E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.
E os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta, e a colocarão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo.
Porque Deus tem posto em seus corações, para que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia (a destruição de Roma e do Vaticano), e que deem à besta (o Anticristo) o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus. E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.” Apocalipse 17:1-18
Também no Capítulo 18, vers. 8 lê-se:
“Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a “julga”. Apocalipse 18:8) A cidade de Roma e o Vaticano serão totalmente destruídas pelo fogo, que virá dos CÉUS (talvez um meteorito como o que atingiu a Rússia em 15/02/13 ?).
A queda de um RAIO (fogo dos céus) “coincidentemente” no mesmo dia em que Bento XVI avisou sobre a sua renúncia, parece ser um aviso fúnebre dos céus sobre o futuro imediato da “santa” igreja de roma.
“E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela”. Apocalipse 18:4-5
“Caiu, caiu a grande babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela“; Apocalipse 18:2-3
“Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga. E os reis da terra, que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio; Estando de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai daquela grande babilônia, aquela forte cidade! pois numa hora veio o seu juízo“. Apocalipse 18:8-10}
“E eu vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor escarlate (vermelho, a cor dos CARDEAIS), que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura (violeta) e de escarlate, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; e na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra”. O fim da Grande Prostituta está MUITO PRÓXIMO…
São Malaquias (em irlandês antigo: Malachy Máel Máedóc Ua Morgair; em irlandês moderno: Maelmhaedhoc O’Morgan) nasceu em 1.094 em Armagh na Irlanda. Ainda na adolescência tornou-se abade de Armagh, tendo sido ordenado padre em 1.119. As suas visões começaram em 1.139 na sua primeira viagem a Roma. Foi canonizado em 1.199 pelo Papa Clemente III. São BERNARDO (o criador da Regra E MENTOR dos Cavaleiros Templários e contemporâneo do monge profeta) afirma que São Malaquias lhe disse a data exata da sua própria morte, que ocorreu no dia 2 de novembro de 1.148.
Ele também afirmou que a sua querida terra da Irlanda no futuro seria muito oprimida pela Inglaterra e que ao ser libertada seria ela importante para que a fé religiosa voltasse à própria Inglaterra. Todos os que o conheciam ficavam surpreendidos pela sua devoção a Deus e pela sua forte presença. Ele era alto, grande, magro e resplandecente; mas o mais importante – ele era sábio além de seus anos. Isso estava muito claro.
Em 1.119 ele foi ordenado padre. Mas só em sua primeira viagem a Roma, aos 45 anos (em 1.139), foi que as suas visões sobre os futuros papas da igreja romana começaram. No princípio, ele ficou muito atormentado pelas imagens que via. Sua maior preocupação foi a visão da destruição da “Santa” Igreja. Ele rezou e se fortaleceu, sem nunca ter questionado o testamento de Deus. A ele foi dito para que não revelasse o conteúdo de suas visões abertamente. Ao invés disso, ele as escreveu dedicando os lemas curtos que descreviam cada Papa ainda a ser eleito no futuro da igreja romana até o último deles, de forma que esses escritos serviriam como um esboço do tempo e dos futuros papas até o fim desta Era.
Estas visões foram escritas depois dele as ter visto durante e após uma viagem ao Vaticano em Roma, onde foi recebido pelo Papa Inocêncio II. Foram publicadas pela primeira vez em 1595, na obra Lignum Vitae, pelo chamado Monge de Pádua, que também se intitulava profeta. Tais divisas (motos) preveem fatos relacionados com cada um dos 111 pontificados papais (incluindo os 10 pontificados dos antipapas, do século XII ao XV).

De acordo com essas profecias, Bento XVI É o penúltimo Papa da Igreja Católica Romana, pois após o seu pontificado haverá apenas mais um papa, chamado por Malachias de Petrus Romanus (PEDRO, o Romano, que na realidade será um francês) quando então a Igreja Católica romana chega a seu término, ao seu fim durante um evento que parece acontecer durante um único dia e envolverá o elemento fogo (caindo dos céus) em sua destruição – um fato que também teria sido profetizado por Nostradamus:
O fim do Vaticano em duas centúrias de Nostradamus:
Bem perto do (rio) Tibre, a morte ameaça,
Antes haverá uma grande inundação:
O capitão (francês) do navio será preso e expulso.
O castelo e o palácio serão queimados.
(Centúria II-93)
O (último) Pontífice (francês) será preso durante uma viagem,
Os preparativos falham, tumulto no clero:
O segundo eleito ausente, seus bens desfeitos,
Seu favorito bastardo será morto.
(Centúria V-15)
Interpretação:
Essas duas quadras de Nostradamus parecem se referir ao mesmo fato: a prisão do papa e a destruição total e final do Vaticano. O rio Tibre atravessa a cidade de Roma e o Vaticano encontra-se a poucos metros do rio. A associação de “capitão do navio” com o papa (francês) evidentemente remete à barca de São Pedro. O Castelo de Santo Ângelo e o Palácio do Vaticano, ambos estão muito próximos das margens do rio Tibre. Nostradamus profetiza assim o fim da Igreja Católica, por meio da ruína de suas principais instituições: a queda do papa e a destruição do seu mais importante santuário, a Basílica de São Pedro, em Roma.
O rio Tibre e ao fundo a cúpula da Basílica de São Pedro, a mesma que foi ATINGIDA POR UM RAIO, no dia em que Bento XVI avisou de sua renúncia.
Antes do outono de 1.140, todas as profecias de Malaquias haviam sido transcritas para o papel. Malaquias então confiou as visões encadernadas ao Papa Inocente II. No princípio ele não levou Malaquias muito a sério, assim como as profecias… Foi então que o próprio Papa Inocente II recebeu em uma visão uma advertência dura de Deus. Dali em diante, o Papa levou fé em tudo aquilo que Malaquias lhe falou. Inocente II trancafiou as visões e o manuscrito de Malaquias na Igreja onde lá permaneceram, não lidos, e impublicados por quase 400 anos.
São Malaquias então passou o resto de sua vida servindo a Deus, curando e alimentando (servindo seus semelhantes) os famintos. Ele recebeu visões até o fim de sua vida – predizendo, com 19 dias de antecedência, a sua própria morte com exatidão de data e hora. Morreu nos braços de São Bernardo, de Clairvaux (outra figura mítica daquele século, criador das regras dos Cavaleiros Templários) em Clairvaux, na França.
As profecias de são Malaquias não são tão populares quanto às de Nostradamus, ou às profecias do Papa JOÃO XXIII, mas, na opinião dos eruditos, é a que tem obtido os melhores e mais notáveis acertos.
Em 1595, no século XVI, Arnoldo de Wion, um monge muito famoso por sua santidade e sabedoria, também conhecido como o Monge de Pádua publicou um livro intitulado Lignum Vitae. Seu livro foi baseado nas redescobertas profecias sobre os papas de são Malaquias. Foi assim que o mundo começou a tomar conhecimento destes lemas/motos dados aos futuros papas por Malaquias.
O Papa Bento XVI afirmou na quarta-feira (dia 13 de fevereiro), durante a homilia da Missa de Quarta de Cinzas, que a Igreja “está desfigurada” pelas “divisões em seu corpo eclesiástico”. O pontífice rezou a aguardada Missa de Cinzas sob grande expectativa, dois dias após o anúncio de que vai renunciar ao pontificado no próximo dia 28 de fevereiro.
O Papa entrou na catedral com uma casula violeta, sobre um carrinho com rodas e com semblante cansado, enquanto cardeais e bispos cantavam o “Ora pro Nobis” (Orai por nós).
Uma multidão deu uma estrondosa ovação de pé ao Papa antes da missa. ”Obrigado a vocês. Agora, vamos voltar às orações“, disse o Papa, acabando com vários minutos de aplauso.
Num gesto raro, os bispos tiraram as mitras em sinal de respeito e alguns deles choraram. ”A qualidade e a verdade da relação com Deus é o que certifica a autenticidade de todos os sinais religiosos“, disse o pontífice no sermão. Depois, ele denunciou a “hipocrisia religiosa, o comportamento dos que querem aparentar e das aparências, as atitudes que buscam os aplausos e a aprovação“. G1.globo.com
As Profecias de São Malaquias sobre o FIM do papado e de Roma:
108 - Flos Florum
A Flor das Flores
Paulo VI (1963-
1978
109 - De Medietate Lunae
Da Meia Lua
J. Paulo I (1978)
110 - De Labore Solis
Do Trabalho do Sol (de 1978 a 2005)
João Paulo II.
111 – De Gloria Olivae
A Glória da Oliveira (ATUAL PAPA 2012) Seu símbolo é uma oliveira.
Bento XVI
112 –Petrus Romanus (J-PBR), in persecutione extrema S.R.E. sedebit Petrus Romanus qui pascet oves in multis tribulationibus: quibus transactis civitas septicollis diruetur, Iudex tremendus iudicabit populum. Finis. (João Pedro Bernardo Ricardo)
Pedro Romano, o Último Papa (um francês). Na derradeira perseguição da Igreja Romana estará sentado (no sólio de Pedro) Pedro Romano, que apascentará suas ovelhas em meio a múltiplas tribulações: as quais após transcorridas, a cidade das sete colinas (Roma) será destruída, o Juiz poderoso julgará o povo. Fim do papado e da igreja romana.
Este papa, um francês, o próximo e último após Bento XVI se chamará de PEDRO
Sobre a Irlanda
Anunciou que a Irlanda, sua pátria, seria oprimida e perseguida pela Inglaterra, trazendo desgraças por sete séculos (completamente certa essa profecia), que preservaria a fidelidade a Deus e a sua Igreja em meio a todos os problemas. No fim desse período a Irlanda seria libertada e seus opressores castigados e será instrumento fundamental para trazer a fé de volta a Inglaterra. Essa profecia foi copiada por Dom Mabillon de um antigo manuscrito da Abadia de Clairvaux e transmitida pelo sucessor de Oliver Plunkett.
Sobre os Papas
A mais famosa das profecias atribuídas a São Malaquias é sobre os Papas. Ela é composta de “lemas” para cada um dos 112 papas, desde Celestino II, eleito em 1130, até o fim da igreja romana. Esses “lemas” descritivos dos papas podem se referir a um símbolo de seu país de origem, a seu nome, seu escudo e armas, a seu talento ou a qualquer outra coisa referente ao Papa.
Por exemplo, o lema de Urbano VIII é “Lilium et Rosa”; A era de Florença, Itália, cujo escudo tem uma flor-de-lis. Foi muito discutido se São Malaquias é o verdadeiro autor das profecias. Alguns historiadores acreditam que o manuscrito original foi escrito até o século XVI. Se São Malaquias é o autor das profecias, essas ficaram desaparecidas por mais de 400 anos.
No século XVII, o Padre Menestrier, jesuíta, presenciou uma hipótese de profecia ser um plágio para influenciar as eleições de Gregório XIV no conclave de 1590. O lema que corresponde a este papa na profecia é “antiquitate urbis”, que faz uma alusão a sua cidade natal e sede episcopal, Orvieto (Latin: Urbs vetus). Não existem provas para os acusadores de fraude. Porém, um dos mais respeitados historiadores do século XVI, Onófrio Panvinio, corregedor e revisor da Biblioteca do Vaticano em 1556, parece aceitar completamente a autenticidade das profecias de Malaquias.
Bem que tentaram esquecer e desmerecer a Profecia de São Malaquias sobre o penúltimo Papa. Mas não deu! Está lá, em letras bem grandes: PAPA BENTO XVI. - O que tem a ver o Papa Bento XVI com as profecias de São Malaquias, se perguntará o desavisado leitor?!
Aparentemente, nada! Mas, entremos no labirinto… E de lá sairemos com a frase lapidar, o moto escrito em latim que é atribuído ao penúltimo dos Papas pelo profeta irlandês São Malaquias. São Bento (Benedetto da Nórcia, 480-547) é o criador e patriarca da vida monacal dentro da Igreja Católica. Ele foi o fundador da Ordem dos Beneditinos, até hoje uma das maiores ordens monásticas do mundo… Também conhecida como Olivetanos… Ou das Oliveiras… Cujo símbolo são as OLIVEIRAS !!
carta XVI do Tarot
Logo, é bem aplicável a frase lapidar na profecia sobre os papas de São Malaquias para o Papa Bento XVI ao ter assumido a série papal dos Bentos ou Beneditinos Olivetanos: DE GLORIAE OLIVAE- A GLÓRIA DA OLIVEIRA. Mas, o que poucos compreendem ou conseguem antever é o 16 após o Bento.
Esse 16, no Tarot, é a TORRE FULMINADA, XVI. É a mesma carta que saiu no julgamento da humanidade em 1950. E não esqueçamos o raio que caiu na campânula do Vaticano na noite da renúncia de Bento XVI, mostrada em foto anterior.
- O que isso quer dizer?
Quer dizer DESTRUIÇÃO! FATALIDADES! DESASTRES! [Ao extremo!] Quer dizer também o fim da hipocrisia patriarcal, de ausência do sagrado feminino, da não veneração da energia da Deusa (inclusive pelas próprias mulheres). A torre fulminada também significa um golpe em uma civilização machista (a torre lembra um falo) com a queda de um de seus símbolos máximos: o papa -”Pontifex maximus, o substituto de César” -, e da sua igreja.
As razões para seu papado terminar em desastre e num RACHA na Igreja são muitas. O papa se mostra conservador [o que é uma virtude em se tratando de fé]. Mas, por recorrência, Ratzinger antes de ser Papa era o responsável pela ordem sucessora do nefasto Santo Ofício medieval, que torturou e queimou milhares de seres humanos na Europa no período que se se iniciou em 1.184 no Languedoc, na França para perseguir e queimar os Cátaros, em 1.249 se implantou no reino de Aragão e depois se transformou na nefasta e assassina Inquisição espanhola de 1.478 até 1.834, torturando, matando, mutilando, assassinando e queimando centenas de milhares de vítimas (o Karma da “Santa” Igreja de Roma com esses assassinatos é muito pesado…).
Mais tarde perseguiu mulheres curandeiras poderosas (canais para a energia da deusa) acusando-as de bruxaria e as jogando na fogueira. – um terrível karma repousa sobre esse “SANTO OFÍCIO DA SANTA” IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA DE ROMA”, hoje responsável pelos assuntos da fé cristã. O livro Malleus Maleficarum “Martelo das Feiticeiras”, é provavelmente o tratado mais importante que foi publicado no contexto da perseguição da bruxaria durante o Renascimento.
Trata-se de um exaustivo manual sobre a caça às bruxas, publicado primeiramente na Alemanha em 1487, e que logo recebeu dezenas de novas edições por toda a Europa, provocando um profundo impacto nos juízos contra as “bruxas” (mulheres poderosas em espírito) no continente por cerca de 200 anos.
A obra é notória por seu uso no período de histeria da caça às bruxas, que alcançou sua máxima expressão entre o início do século XVI e meados do século XVII quando milhares de mulheres simplesmente e por qualquer pretexto foram jogadas à fogueira acusadas de bruxarias. O Malleus Maleficarum foi compilado e escrito por dois inquisidores dominicanos, ambos também alemães Heinrich Kraemer e James Sprenger.
Um manual para torturar e queimar “bruxas”.
O mundo gostaria de ver o papa Bento liberalizando usos e costumes modernos, como anticoncepcionais, controle da natalidade, abortos, casamentos homossexuais e pesquisas com células-tronco [um eufemismo para assassinato de fetos que só uma ciência anticristã poderia levar adiante] sem considerar a liberação das novas teologias que mais e mais se afastam do cerne doutrinário original.
Portanto, de um lado temos os ultraconservadores, dos quais o papa é o máximo expoente. De outro lado temos a ala progressista, que simpatiza com a simplificação ainda maior da doutrina do Cristo e dos Apóstolos, como se não bastasse havê-la reduzido a um amontoado de crenças e superstições durante os últimos 2.000 anos. Portanto, o cenário do RACHA está definido. É só esperarmos pelas próximas jogadas.
A missão deste penúltimo (Bento XVI) papa foi bem difícil. A igreja romana está mergulhada em enormes problemas, como os escândalos sexuais de pedofilia e a fuga maciça de ovelhas para outros rebanhos e de escândalos financeiros em seu banco. Nos países de terceiro mundo os padres são celibatários apenas na aparência [com as exceções de sempre] porque grande parte tem suas amantes, e isso é do conhecimento de Roma. Não que a vida não-celibatária dos padres seja um problema maior, mas do ponto de vista espiritual-esotérico a repressão pura e simples do sexo é mais desastrosa do que levar uma vida normal.
Faltou a São Bento, o criador da Ordem dos Beneditinos, haver escrito em suas REGRAS os procedimentos da Castidade Científica, como ensina a Gnose. Isso teria evitado tantos escândalos sexuais na história da igreja romana. Seja como for, esse papado de fato teve tudo para ser curto, e não é especificamente pela sua frágil saúde atual ou sua idade avançada [assumiu aos 78 anos, hoje tem 85 anos]. Pessoalmente, não acreditamos em datas, visto que não é dado aos humanos conhecer com precisão as datas…
O nome escolhido – Bento XVI – foi uma mensagem cifrada, bem coerente com o espírito conservador do cardeal Ratzinger. O Bento anterior, o XV estava à frente da igreja romana durante a I guerra mundial. O fato de ele ser alemão também tem um significado importante, porque cada povo, nação ou tribo tem um traço fundamental e desempenha um papel no mundo (n.T. – Também por causa disso o próximo papa será francês. Não por acaso a Alemanha esteve envolvida em duas guerras mundiais. Portanto, a escolha de um alemão implica num significado relacionado à forma como tudo foi conduzido e acontecer nos próximos anos dentro da igreja.
A frase lapidar “DE GLORIAE OLIVAE” feita por São Malaquias em sua profecia sobre o atual Papa Bento XVI esconderá ainda por algum tempo a causa secreta de seu epíteto. Não cremos que ver a igreja destruída ou levá-la à destruição durante o seu papado seria A Glória das Oliveiras, sem importar se essa destruição venha por causa de um cisma (era muito provável) e/ou por meio do desentendimento dos homens no campo político, mergulhando o mundo na destruição global – que é o vaticínio mais forte e definitivo previsto para nossos dias (ou porque a vontade do Criador assim o deseja que aconteça com a grande prostituta, vestida de escarlate, conforme descrito no capítulo 17 do livro do Apocalipse).
Mas, não há dúvida que, para fazer jus ao epíteto GLORIAE OLIVAE, o atual papa deveria encabeçar e reafirmar como nunca os valores morais, monacais e espirituais de São Bento, o fundador da Ordem dos Olivetanos – e, para isso, sem dúvida, o “panzerkardinal” alemão foi o mais indicado. Em assim fazendo, seu papado cumprirá a máxima de elevar à Glória as REGRAS criadas pelo fundador da Ordem dos Beneditinos. Os próximos anos serão definitivos (e finais) para a história da Igreja Católica de Roma e para a humanidade atual.
{ n.T. – “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado.
Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.
Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara da videira, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem.
Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos”. João 15:1-8 (o vinho feito com a uva/videira Bordeaux, é um excelente vinho tinto…ele poderá em breve causar uma grande indigestão à membros e à própria igreja de Roma…)} mais informações sobre vinhos e videiras: www.bordeaux.com